O queijo por ser derivado de leite, é considerado uma boa fonte de proteína, cálcio e outros nutrientes em quantidades variáveis conforme o tipo de queijo, destacando-se as vitaminas A, D, E e B, além de minerais como Zinco, Iodo, Selênio, Potássio e Fósforo, que podem auxiliar a prática da atividade, contribuindo para a recuperação e formação muscular, manutenção da massa óssea e contração muscular.

Outro destaque deste alimento é a presença reduzida de lactose, se comparado ao leite fluido. Isso significa que, em geral, os queijos são bem tolerados pela maioria das pessoas.

Não existe uma quantidade ideal a ser consumida diariamente para o queijo, o que se preconiza é o consumo de 3 porções de leite ou derivados ao dia, incluindo ai os queijos. Mas é preciso ficar atento ao tipo de queijo que é consumido, pois eles podem conter um elevado teor de gordura saturada e colesterol que, quando ingeridos em quantidades elevadas, podem se tornar prejudiciais à saúde.

“Queijo”, de acordo com a legislação, é o nome dado para produtos obtidos a partir da coagulação do soro do leite. É um grupo bem amplo de alimentos, pois o produto final varia conforme o tipo de leite usado (de vaca, cabra, búfala, etc), o teor de gorduras desse leite (integral ou até desnatado) e os ingredientes aromáticos que são adicionados.
Quando vamos ao supermercado, encontramos basicamente 3 grupos de queijos:

– cremosos, como requeijão, cream cheese e cheddar.
– brancos, como a ricota e o queijo minas fresco.
– amarelos, como mozzarela, prato e provolone.

Mas atenção! É hora de renovar os conceitos, porque nem a consistência e nem a cor são referências seguras para saber se um queijo é rico ou pobre em gorduras!

Vejamos por exemplo a elaboração de um queijo fresco com leite de vaca integral. Aparentemente o queijo apresentará uma coloração branca, se comparado com um queijo Prato, por exemplo, contudo o teor de gordura deste produto poderá estar acima de 20%.
A cor amarelada dos queijos pode ter muitas causas, relacionada ou não com a quantidade de gorduras, como a presença de certas vitaminas, a adição de ingredientes que dão cor e aroma, ou até mesmo a maturação, ou seja, o envelhecimento natural de cada tipo de queijo.

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem seu método próprio para avaliar se um queijo é gordo ou magro. Eles se baseiam na quantidade de gordura contida no extrato seco de cada queijo (retiram toda a umidade antes de analisar).
Para nós, consumidores, existe um método prático: olhar o teor de gorduras totais, de gorduras saturadas e colesterol no rótulo. É recomendável que os queijos consumidos com mais freqüência, no dia-a-dia, tenham o seguinte perfil:

• colesterol: 20 miligramas (ou menos) na porção
• gordura saturada: 2 gramas (ou menos) na porção
• gorduras totais: 3 gramas (ou menos)na porção